Presença incógnita esta que caminha entre a humanidade,
Das sombras nasce o medo de ser quem somos…
Medo esse que alimenta a incógnita de tal presença,
Presença maligna que desumaniza o núcleo do nosso ser
Almas perdidas que da fé se esqueceram e que anseiam
Por mais uma réstia da esperança do povo alado…
Infelizmente tal povo abandonou a terra em busca
De almas menos sórdidas, que alimentam a incógnita
Presença benigna que mantém a humanidade
Esquecida, que deixa os vasos vazios…
Que mata o núcleo da alma…
E deixa uma dormência satisfatória
Não! Tal presença só pode ser uma erva
Que só mata e traz destruição onde passa!
Felizmente há remédio…
Pena que este só venha quando já é tarde
Tarde para a alma que não mais pode ser salva
Afinal foi o nosso ser que alimentou a incógnita
Incógnita maldita…. Incógnita benigna…
No fundo não passa de escuridão
Cega quem não quer ver
Mata quem não quer viver
Prende quem não quer ser
Acima de tudo esvazia quem não quer estar cheio…
Das sombras nasce o medo de ser quem somos…
Medo esse que alimenta a incógnita de tal presença,
Presença maligna que desumaniza o núcleo do nosso ser
Almas perdidas que da fé se esqueceram e que anseiam
Por mais uma réstia da esperança do povo alado…
Infelizmente tal povo abandonou a terra em busca
De almas menos sórdidas, que alimentam a incógnita
Presença benigna que mantém a humanidade
Esquecida, que deixa os vasos vazios…
Que mata o núcleo da alma…
E deixa uma dormência satisfatória
Não! Tal presença só pode ser uma erva
Que só mata e traz destruição onde passa!
Felizmente há remédio…
Pena que este só venha quando já é tarde
Tarde para a alma que não mais pode ser salva
Afinal foi o nosso ser que alimentou a incógnita
Incógnita maldita…. Incógnita benigna…
No fundo não passa de escuridão
Cega quem não quer ver
Mata quem não quer viver
Prende quem não quer ser
Acima de tudo esvazia quem não quer estar cheio…
Comentários
Enviar um comentário