O crepitar da chama do teu olhar hipnotizante, entre o crepúsculo do quarto gelado.
Despidos das capas do dia-a-dia.
No meio dos trapos velhos, navego no teu corpo... Que se revolve sob mim.
Cada traço teu desbravado pela curiosidade...
Cada soluço de prazer gravado nas paredes húmidas...
A inocência do que era, até aqui, uma dança ritualística... Transforma-se numa batalha.
Entre suspiros e gemidos, colho os ventos da tua respiração, que, me fazem explorar mais do teu corpo.
Um passo em falso e libertas a besta que habita em mim!
Besta irracional dopada de adrenalina e marcada pelas garras do teu desejo.
Levaste-me onde quisestes...
A pessoa que eu era, agora tomada, por um monstro insaciável do teu amor...
O frio, que outrora, preenchia o quarto, agora cada vez mais distante... Substituído pelo calor sufocante da nossa paixão.
A loucura torna-se numa armadilha que me trespassa a mente!
Entre desejo e dor, o sentimento de que o fim está próximo, começa a assombrar-me.
De dedos entrelaçados e respiração ofegante, o som da tua voz corta o feitiço que me lançaste...
Os teus olhos brandam o monstro... O silêncio torna-se mais alto do que a minha mente assombrada.
A ternura do teu corpo junto do meu, reverte a maldição da besta. O homem que outrora fui, volta a si...
O fim chegou... O teu calor ficou... Mas o teu corpo foi-se...
De recordação deixaste as marcas e a manta da solidão...
Despidos das capas do dia-a-dia.
No meio dos trapos velhos, navego no teu corpo... Que se revolve sob mim.
Cada traço teu desbravado pela curiosidade...
Cada soluço de prazer gravado nas paredes húmidas...
A inocência do que era, até aqui, uma dança ritualística... Transforma-se numa batalha.
Entre suspiros e gemidos, colho os ventos da tua respiração, que, me fazem explorar mais do teu corpo.
Um passo em falso e libertas a besta que habita em mim!
Besta irracional dopada de adrenalina e marcada pelas garras do teu desejo.
Levaste-me onde quisestes...
A pessoa que eu era, agora tomada, por um monstro insaciável do teu amor...
O frio, que outrora, preenchia o quarto, agora cada vez mais distante... Substituído pelo calor sufocante da nossa paixão.
A loucura torna-se numa armadilha que me trespassa a mente!
Entre desejo e dor, o sentimento de que o fim está próximo, começa a assombrar-me.
De dedos entrelaçados e respiração ofegante, o som da tua voz corta o feitiço que me lançaste...
Os teus olhos brandam o monstro... O silêncio torna-se mais alto do que a minha mente assombrada.
A ternura do teu corpo junto do meu, reverte a maldição da besta. O homem que outrora fui, volta a si...
O fim chegou... O teu calor ficou... Mas o teu corpo foi-se...
De recordação deixaste as marcas e a manta da solidão...
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