Dai-me de beber do cálice.
Quero uma viagem sem volta!
Deixai-me partir em paz, pelo vórtice.
O que desejais de mim, para impedir que parta?
Nada mais tenho, para além da alma!
Perdoai minha insolência que cresce em mim.
Já nem mesmo vosso amor me acalma...
Quero partir, deixai-me em direcção ao fim!
Eu vou-me porque rogaram-me praga...
Eu vou-me inté ao cais!
De todas as cousas a única que me negais,
É o cálice que me serve de paga!
Más cousas pratiquei...
E inda assim a vossa ordem é que me fique.
Impassível aos actos que planeei
Dona, imploro que mo entregue!
Eu quero morrer...
E desistir do meu destino!
Quero descer...
E cumprir o meu castigo!
Quero uma viagem sem volta!
Deixai-me partir em paz, pelo vórtice.
O que desejais de mim, para impedir que parta?
Nada mais tenho, para além da alma!
Perdoai minha insolência que cresce em mim.
Já nem mesmo vosso amor me acalma...
Quero partir, deixai-me em direcção ao fim!
Eu vou-me porque rogaram-me praga...
Eu vou-me inté ao cais!
De todas as cousas a única que me negais,
É o cálice que me serve de paga!
Más cousas pratiquei...
E inda assim a vossa ordem é que me fique.
Impassível aos actos que planeei
Dona, imploro que mo entregue!
Eu quero morrer...
E desistir do meu destino!
Quero descer...
E cumprir o meu castigo!
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