Viver loucamente uma ilusão
Onde a barriga parece estar cheia,
A mente aconchegada
E... os olhos bem ofuscados...
Ilusão, meio esfumada do que poderia ser
Mas, nunca é...
Céu da meia noite, completo de corpos cintilantes
Que empurram ainda mais para as profundezas do sonho...
O velho sonho dos tolos
Que, estão cada vez mais ludibriados
Com a falta de dor e tristeza
A cada segundo sentem-se como reis...
Reis de um conto de fadas.
Um conto de fadas controverso, onde praticas o bem
E na realidade estás a magoar algures outrem...
Sem se aperceberem, querem mais e mais doses.
Aquelas que rejeitavam, as famosas doses de magoa...
Viciantes ate ao ultimo bafo...
Cada vez mais embriagados, no que poderia ser álcool
Mas que revelam-se lágrimas dos sofridos...
Há sempre aquela estranha sensação
Em que temos um vislumbre de sobriedade
Aí o mundo torna-se escuro como um breu
E no fundo, uma ténue luz nos queima a pele
Despida de mentiras e preconceitos.
Caminhar nunca doeu tanto como agora...
É incrível, nunca antes sentiram tanta magoa e tristeza.
A cabeça pesa como numa ressaca,
O corpo mal responde aos comandos.
Amedrontados dos que parece ser a sua morte
Recuam numa tentativa de voltar a vida...
Sem êxito... avançam de cabeça erguida.
Intitulados de mestres...
Agora terão o tratamento que a muito esperavam receber
Já que nem o Diabo os quer!
O mundo encarrega-se de receber-los de novo
Nunca mais irão sentir aquela falta de estarem intoxicados
Com as desgraças, das quais se alimentavam e não queriam saber
sonhos, ilusões ou mentiras... nunca são confiáveis
Mas todos la caem, ainda que o buraco estivesse iluminado
Cheio de propaganda como Nova Iorque...
Onde a barriga parece estar cheia,
A mente aconchegada
E... os olhos bem ofuscados...
Ilusão, meio esfumada do que poderia ser
Mas, nunca é...
Céu da meia noite, completo de corpos cintilantes
Que empurram ainda mais para as profundezas do sonho...
O velho sonho dos tolos
Que, estão cada vez mais ludibriados
Com a falta de dor e tristeza
A cada segundo sentem-se como reis...
Reis de um conto de fadas.
Um conto de fadas controverso, onde praticas o bem
E na realidade estás a magoar algures outrem...
Sem se aperceberem, querem mais e mais doses.
Aquelas que rejeitavam, as famosas doses de magoa...
Viciantes ate ao ultimo bafo...
Cada vez mais embriagados, no que poderia ser álcool
Mas que revelam-se lágrimas dos sofridos...
Há sempre aquela estranha sensação
Em que temos um vislumbre de sobriedade
Aí o mundo torna-se escuro como um breu
E no fundo, uma ténue luz nos queima a pele
Despida de mentiras e preconceitos.
Caminhar nunca doeu tanto como agora...
É incrível, nunca antes sentiram tanta magoa e tristeza.
A cabeça pesa como numa ressaca,
O corpo mal responde aos comandos.
Amedrontados dos que parece ser a sua morte
Recuam numa tentativa de voltar a vida...
Sem êxito... avançam de cabeça erguida.
Intitulados de mestres...
Agora terão o tratamento que a muito esperavam receber
Já que nem o Diabo os quer!
O mundo encarrega-se de receber-los de novo
Nunca mais irão sentir aquela falta de estarem intoxicados
Com as desgraças, das quais se alimentavam e não queriam saber
sonhos, ilusões ou mentiras... nunca são confiáveis
Mas todos la caem, ainda que o buraco estivesse iluminado
Cheio de propaganda como Nova Iorque...
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