corredor cinza
caminho frio
medo que me imobiliza
ja sei que tenho a vida por um fio
rio de espinhos
poesia negra que partilho
nao luto mais contra moinhos
deixei de ter o meu brilho
ceu sem estrelas
relvado sem flores
quero curar as minhas mazelas
mas sem as dores
deus ingrato
toda a vida te implorei
nao me deixes neste farrapo
que tanto dele ja explorei
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