vulnerabilidade


A minha vida é um fio de vidro, onde qualquer brisa pode me destruir. Sinto-me vulnerável, incapaz, fraco de mais para continuar com a chama da vela da esperança. Se um dia ela se apagar, morrerei como todos os segredos, todas as canções de amor e todos os momentos que passei contigo. Tenho a certeza que se morrer serei esquecido como as memorias que apagaste de mim. Sou ninguém, um filho do nada, que das brisas letais de inverno nasci e nos pântanos da amargura morrerei em paz.

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