o vento

Eu e o vento somos muito parecidos, porque andamos pela calada do dia/ ou noite. Mas o vento é maroto, de vez em quando sopra nas saias das meninas e eu não, pois paro e sento-me a olha-las de longe e a por as mãos nos seus vestidos para não voarem. Até que um dia disse ao vento para te sussurrar ao ouvido e dizer o quanto te amava, e assim o fez. Logo a seguir o vento trouxe-me uma carta com um beijinho teu cheio de amor e carinho.

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